Já me perguntaram se eu educaria meu filho dentro de uma religião. A resposta foi simples: NÃO!
O susto de quem me perguntou foi grande. E logo depois disso, ouvi ladainhas de que a religião torna as pessoas melhores, que nos ensina a crer num deus bom e poderoso e, além de tudo, nos livra do pecado e nos faz temer a um lugar imaginário chamado inferno.
Bom, uma criança não tem capacidade intelectual o suficiente para saber tudo o que se esconde atrás de uma religião. Todas as falcatruas e sujeiras que uma religião esconde.
Vivendo em um país onde a religião cristã é dominante, tenho a opinião totalmente formada para estar dizendo que não, não ensinarei meu filho a ter uma religião.
Uma criança não deve ser chamada de “criança católica” ou “criança judia”, pois é mesma coisa dizer que a criança é de direita ou esquerda. Uma criança deve ter a idade suficiente para saber no que acreditar.
Não ensinarei meu filho a ter uma religião para ser uma boa pessoa, mas ensinarei ele a ser educado para com as pessoas. Ensinarei que não é deus que nos diz o que devemos fazer, e sim, a sociedade que nos exige certas atitudes. As morais são impostas grande parte pela religião, mas ensinarei a ele o certo e o errado para não ser injusto e não fazer o bem a alguém para esperar algo em troca de deus.
Não lhe direi jamais que existiram cobras falantes, virgens que deram a luz e muito menos que há alguém nos observando 24 horas por dia. Ensinarei o gosto do sorvete, a delícia do abraço e nunca o farei bocejar diante de um padre numa missa. Não é a religião que educará meu filho, mas sim, eu.
Explicarei – no tempo certo – que foi por causa da religião que pessoas morreram. Foi em nome de deus que pessoas sofreram. É em nome de Deus que pessoas ganham milhões a custa dos otários e, quem sabe eu não o ensine a criar uma religião para ganhar dinheiro também?
Não encherei a cabeça dele com padrões e morais impostas há muito tempo por aqueles que se julgavam superiores em nome da fé. Mas espero que ele tenha fé sim, mas não no deus cristão ou em Alá, mas fé nas pessoas; fé em si mesmo.
E com certeza lhe direi que não será perdendo suas horas de sono orando que ele obterá algo de útil, mas sim, batalhando; correndo atrás. Para meu filho, nada cairá dos céus, e sim, ele levantará tudo com suas próprias mãos.
Deus não olhará para ele, como não olha para você e nem para mim. E mesmo que ele venha acreditar nisso tudo, não quer dizer que isso tudo seja verdade.
O susto de quem me perguntou foi grande. E logo depois disso, ouvi ladainhas de que a religião torna as pessoas melhores, que nos ensina a crer num deus bom e poderoso e, além de tudo, nos livra do pecado e nos faz temer a um lugar imaginário chamado inferno.
Bom, uma criança não tem capacidade intelectual o suficiente para saber tudo o que se esconde atrás de uma religião. Todas as falcatruas e sujeiras que uma religião esconde.
Vivendo em um país onde a religião cristã é dominante, tenho a opinião totalmente formada para estar dizendo que não, não ensinarei meu filho a ter uma religião.
Uma criança não deve ser chamada de “criança católica” ou “criança judia”, pois é mesma coisa dizer que a criança é de direita ou esquerda. Uma criança deve ter a idade suficiente para saber no que acreditar.
Não ensinarei meu filho a ter uma religião para ser uma boa pessoa, mas ensinarei ele a ser educado para com as pessoas. Ensinarei que não é deus que nos diz o que devemos fazer, e sim, a sociedade que nos exige certas atitudes. As morais são impostas grande parte pela religião, mas ensinarei a ele o certo e o errado para não ser injusto e não fazer o bem a alguém para esperar algo em troca de deus.
Não lhe direi jamais que existiram cobras falantes, virgens que deram a luz e muito menos que há alguém nos observando 24 horas por dia. Ensinarei o gosto do sorvete, a delícia do abraço e nunca o farei bocejar diante de um padre numa missa. Não é a religião que educará meu filho, mas sim, eu.
Explicarei – no tempo certo – que foi por causa da religião que pessoas morreram. Foi em nome de deus que pessoas sofreram. É em nome de Deus que pessoas ganham milhões a custa dos otários e, quem sabe eu não o ensine a criar uma religião para ganhar dinheiro também?
Não encherei a cabeça dele com padrões e morais impostas há muito tempo por aqueles que se julgavam superiores em nome da fé. Mas espero que ele tenha fé sim, mas não no deus cristão ou em Alá, mas fé nas pessoas; fé em si mesmo.
E com certeza lhe direi que não será perdendo suas horas de sono orando que ele obterá algo de útil, mas sim, batalhando; correndo atrás. Para meu filho, nada cairá dos céus, e sim, ele levantará tudo com suas próprias mãos.
Deus não olhará para ele, como não olha para você e nem para mim. E mesmo que ele venha acreditar nisso tudo, não quer dizer que isso tudo seja verdade.
5 comentários:
Cara... MUITO bom!
E tenho dito!
meu filho vai crer em tupã!
belo texto!
Muito Bom o Texto!
Vou ensinar meus filhos também a fazer uma religião e ficar rico !
nice :}
Assim penso!
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